
Memorial Rio Grande do Sul-Valência: Arte e tecnologico na construção da memória coletiva de tragédias climáticas
Em maio de 2024, o Rio Grande do Sul viveu sua maior tragédia climática: chuvas afetaram 478 dos 497 municípios, impactando 2,4 milhões de pessoas e deixando cidades, como Porto Alegre, submersas. Do outro lado do Atlântico, em outubro, Valência sofreu chuvas extremas em poucas horas, resultando em cerca de 230 mortes, a maior catástrofe contemporânea da Espanha. Desde então, profissionais de comunicação, artes e tecnologia criativa produziram obras para expressar vivências, preservar a memória coletiva e dar visibilidade à crise climática e aos que ainda precisam de apoio para se recuperar. Esses acontecimentos, conectados, mostram que esses fatos não são isolados, mas um problema global que exige resposta imediata. Nossa proposta apresenta um memorial artístico e tecnológico, conectando RS e Valência, com fotografias, vídeos, projeção mapeada, relatos e experiências em realidade virtual, sensibilizando sobre os impactos da crise climática e a importância da memória para prevenir futuras tragédias.










